No decorrer do mês de maio, as turmas do 8.º ano de escolaridade participaram na atividade “Não é só pedras! O que é património geológico? Conhecer para proteger”, desenvolvida no âmbito da disciplina de Ciências Naturais. A iniciativa foi dinamizada pela professora Raquel Ramos, responsável pelo projeto GeoLab (Laboratório móvel de Ciências da Terra).
A atividade, que aliou a vertente pedagógica à sensibilização ambiental, dividiu-se em três momentos e locais distintos:
5 de maio: Realização no polo da Calheta, destinada às turmas do 8.º2 e 8.º3;
11 de maio: Sessão no polo da Fajã, dirigida à turma do 8.ºA;
19 de maio: Encerramento das sessões, também no polo da Calheta, com a participação das turmas do 8.º1 e 8.º4.
Valorizar a biodiversidade e o território da Madeira
A iniciativa revelou-se de extrema pertinência, permitindo aos jovens estudantes compreender a importância da conservação da Natureza e o papel crucial que todos assumimos na valorização e respeito pelas áreas protegidas dentro da Região Autónoma da Madeira.
É de salvaguardar o excelente contributo do GeoLab, que aproximou a ciência e a educação ambiental dos alunos de forma interativa. De destacar, ainda, o comportamento exemplar e a postura de grande interesse demonstrada por todas as turmas participantes, que dignificaram o trabalho desenvolvido.
Conhecer o património da nossa Região é o primeiro passo para o saber proteger. Parabéns a todos os envolvidos!
Para assinalar a Semana da Geografia, os alunos tiveram a oportunidade de participar no VII Concurso de Fotografia: “O Homem e a Natureza: Harmonia ou conflito?”. Os alunos demonstraram o seu talento para a fotografia e deram especial relevo a aspetos particulares de harmonia ou conflito com a natureza na nossa ilha. O aluno vencedor é o Nelson do 8º ano – “Levada dos Prazeres”. Esta levada possibilita uma das caminhadas mais acessíveis e relaxantes da ilha. Existem diferentes troços que utilizam os Prazeres como ponto central. Oferece vistas panorâmicas num trilho de 14 km, passando por uma flora colorida de acácias, pinheiros, eucaliptos e flores silvestres. O contraste entre a vegetação frondosa endémica e os terrenos agrícolas tornam este percurso especial e diferente. A construção de blocos de cimento nas ribeiras, como se pode observar na imagem, serve para controlar a força das águas, proteger as margens contra a erosão, encaminhar os caudais em segurança até ao mar e reter detritos, como troncos e calhaus, prevenindo derrocadas e inundações nas zonas urbanizadas, estando em perfeita harmonia com a natureza. Recomendamos este percurso para aproveitar o contato com a natureza e a vida fora da cidade, para fazer uma pausa e recuperar as suas energias. Bom passeio!