
Já lá vai algum tempo que se fez a celebração do Menino com festas carregadas de grande emoção não fosse um momento para parar, agradecer e ser melhor. E agora imortalizar.
Então foi assim nas festas do primeiro ao terceiro ciclos. No primeiro, o Principezinho de Saint-Exupéry inspirou cada movimento e palavra da peça de Natal dos meninos de quarto ano, guiando-os para o essencial: Menino Jesus. No segundo, fez-se a festa com o tradicional auto de Natal, com os pastores e os reis magos a admirar o Menino. Junto dos finalistas de nono ano, dinamizou-se uma peça teatral, em que cada aluno teve o seu papel. Partiu-se da representação de uma sala de aula, passou-se por um lar cheio de crianças, assistiu-se à tentativa de greve por parte dos anjos e, finalmente, eternizou-se o momento com as figuras tradicionais do auto de Natal, com os pastores, os reis, a estrela, os estalajadeiros, a Maria, o José e o Menino Jesus.
Houve, nas festas dos maiores, também um momento eucarístico e assim se comemorou o Natal em fraterna comunhão. Fez-se do presépio um lugar de adoração do Menino Jesus, o PRÍNCIPE DA PAZ, num tempo em que é urgente o AMOR. É urgente inventar a BONDADE. A ALEGRIA.






































